Falamos de vinhos e não de corpos, claro, apesar de o tinto ser algo encorpado, não obstante a sua juventude. E a história é simples. Depois de 13 anos sem lançar vinhos alentejanos, exceto os topos de gama, João Portugal Ramos sentia a falta de um produto entre o Lóios e o Marquês de Borba. “Vinhos bons a preços sensatos”, todos eles com PVP de 3,99 euros, que têm como destinatário um consumidor jovem, que vive online, que cria e vive experiências.

E resolveu juntar a procura comercial, a realidade vitivinícola a um ingrediente inovador: a nova geração da família, agora que tem o filho João Maria a trabalhar consigo. Depois da introdução de castas melhoradoras e do aumento da área de vinha, um curto estágio permitiu a saída da adega de três novos vinhos. A gama foi batizada de “Pouca Roupa”, em homenagem a um monte e a uma família alentejanos com o mesmo nome.

O Pouca Roupa Rosé 2014, elaborado a partir das castas Aragonês, Touriga Nacional e Cabernet Sauvignon, apresenta cor salmão aberta e aroma marcado por frutos vermelhos. Irreverente e moderno, deve ser servido fresco, como aperitivo, a acompanhar saladas mediterrânicas ou culinária oriental.

O Pouca Roupa Borba Branco 2014 é composto pelas castas Verdelho, Sauvignon Blanc e Viosinho, resultando num vinho de cor citrina, aroma fino e intenso, co m notas de fruta tropical. Acompanha bem peixe, marisco, carnes brancas e pastas.

O Pouca Roupa Tinto 2014, resultado de Alicante Bouschet, Touriga nacional e Alfrocheiro, revela uma cor rubi com tons violeta, aroma de frutos vermelhos e notas balsâmicas. É ideal para servir com pratos de caça, carnes vermelhas e cozinha tradicional portuguesa.

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