A misteriosa pasta, com 340 anos, odor de levedura e roquefort, e uma textura parecida com a de foie gras, foi descoberta dentro de um recipiente fechado hermeticamente.

"Acreditamos que é um produto lácteo. E, ao contrário dos outros, este tem um odor bastante agradável", comentou Lars Einarsson, chefe da missão de exploração.

As condições nas quais o queijo foi encontrado são ótimas: o Mar Báltico tem pouco sal e o recipiente estava enterrado sob uma camada de sedimentos, uma espécie de "capa de cerâmica", que o preservou da corrosão durante séculos, segundo o arqueólogo.

O queijo do "Kronan", um navio que explodiu durante uma batalha naval entre a frota sueca e a marinha dinamarquesa-holandesa, será analisado pela Universidade Agrícola de Uppsala, perto de Estocolmo.

O "Kronan" foi descoberto em 1980 por Anders Franzen, e nos últimos anos os exploradores retiraram cerca de 30.000 peças, entre canhões, cofres, malas, diamantes, moedas de ouro e, inclusive, farinha e vinho.

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