A 50ª edição da ModaLisboa - N.50 chegou hoje ao fim e a luz da passerelle do Pavilhão Carlos Lopes apagou-se. Foram três dias repletos de muitos desfiles e, acima de tudo, de muita moda que encheu mais uma vez a cidade de Lisboa de tendências.

O dia de hoje começou com a talentosa designer Olga Noronha que levou até à Estufa Fria uma coleção repleta de cor e materiais, onde a incerteza intelectual foi uma constante.

De regresso ao Pavilhão, foi a vez de David Ferreira enaltecer o amor das mulheres pelas avós, com uma coleção destinada a mulheres com personalidades fortes e atitudes únicas.

Mais uma vez, Filipe Faísca conseguiu que todos os olhos se centrassem em si ao encher a passarelle de música e de tributo aos bordados da Madeira. O designer optou por uma coleção repleta de transparências e bordados, que definiam as silhuetas femininas e que remontavam aos famosos anos 70. Os óculos de sol e os collants com brilhos, definiram os looks e deram-lhes mais elegância e estilo. O designer que já nos habituou a juntar o legado do artesanato português às suas criações, foi sem dúvida um ponto alto deste último dia da ModaLisboa.

Seguiu-se Kolovrat com uma coleção baseada nas formas, onde é possível observar as sobreposições de cores e materiais.

Ricardo Andrez colocou o seu foco no consumismo desenfreado dos adolescentes. Consumismo esse que leva a um alheamento de determinados valores culturais ou, neste caso concreto, aquilo que as marcas têm enquanto o seu legado.

Dino Alves encerrou esta 50ª ModaLisboa com silhuetas disformes e distorcidas, amplas e desproporcionadas. Dino Alves manifesta-se a favor de não se perder a autenticidade, individualidade e beleza, naquele que é um mundo, atualmente, virado para a constante observação e perfeição.

Até outubro...

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