No segundo dia da edição da ModaLisboa, que assinala este ano os seus 30 anos, foram vários os designers, workshops e Fast Talks que marcaram esta sexta-feira.

A edição voltou a arrancar às 14H00, com um workshop “The Commercial Flow from Merchandising to Distribution”, seguido de várias conversas interessantes sobre moda.

A tarde já ia no fim quando Awaytomars decidiram não apresentar uma coleção, mas sim um sentimento, uma emoção, várias emoções, representadas num vídeo sobre a força, a distância, a saudade. Um vídeo sobre personalidade e acima de tudo, Comunidade.

Seguiu-se Carolina Machado, da plataforma LAB, com uma coleção que aborda questões como “Quando acaba a pandemia? E o que vestir até lá?”, uma estranha incerteza na incapacidade de prever o que vem a seguir, mas atenta nas necessidades atuais, entre mais um confinamento e um futuro e gradual desconfinamento.

Filipe Augusto rendeu-se ao mercado tradicional, caracterizado pelas suas texturas, cores e onde o barulho não falta. Este é preenchido pela euforia de quem quer vender, ser levado e comprado ou até mesmo ser olhado. Caminhar pelos cruzados e estreitos corredores é uma pequena grande aventura da loucura da frescura apresentada, que chama, grita e olha pelas personagens com histórias diferentes, que levam a criar um universo bem personalizado da sua imagem.

A noite já se fazia sentir quando HIBU, da plataforma LAB, trouxe cor à passerelle e à próxima estação, com um futuro que é um regresso ao grunge dos anos 1990.

A passerelle virtual deste segundo dia encerrou com o desfile de Nuno Baltazar que trouxe caras bem conhecidas do público, como é o caso de Soraia Chaves e Sónia Balacó. A sua 34ª coleção denominada de “Script” trouxe uma composição de narrativas visuais, que cruzam as diferentes camadas deste personagem, que é o seu imaginário.

As cores, silhuetas e materiais partem dessa individualidade, mas apresentam-se já em experimentação da interação destes protagonistas. As propostas resultam de contrastes acentuados com detalhes tridimensionais, oversized e trompe-l'oeil, jogos de luz e sombra, de feminino e masculino, em múltiplas texturas que coabitam de forma inesperada. A paleta é caracterizada pelo marfim, champagne, canela, conhaque, tabaco, fumo, preto, prata e ouro. Já nos materiais destacam-se o algodão, o linho, a lã e a seda que surgem em diferentes estruturas, flanelas vichy, crepe, cetim duchese, jacquard, rendas corduroy e malhas pailletes. Nos acessórios ressaltam os bordados retro, as sandálias e botas altas em peles naturais e espelhadas que reforçam a silhueta esguia.

Neste sábado voltamos a ter mais um dia em cheio de tendências, mas se entretanto perdeu algo desta edição, pode sempre rever tudo aqui!

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