No mês passado o Storting, conhecido como o Parlamento norueguês, aprovou uma nova lei que está a dar que falar na comunidade digital: os influencers e marcas vão ter de identificar todas as imagens publicitárias alvo de edição ou retoques publicadas online.

Consciente dos efeitos negativos que as redes sociais e a manipulação da imagem têm junto do público mais jovem, o Ministério das Crianças e dos Assuntos Familiares avançou com um pedido de emenda ao Marketing Act.

Para além de uma maior transparência e honestidade, o objetivo “é ajudar a reduzir a pressão da imagem corporal na sociedade devido à idealização das pessoas na publicidade”, pode ler-se no site oficial do The Storting.

“O anunciante ou pessoa que estiver encarregue de desenhar o anúncio deve assegurar que a publicidade onde o formato corporal, tamanho ou pele for modificado através de retoques ou outro tipo de manipulação, está identificada.”

Para além de ainda não ter sido definida uma data para a entrada em vigor desta nova legislação, falta saber de que forma é que os influencers e as marcas deverão proceder no futuro em casos como estes. “O Ministério vai fornecer regulamentos adicionais sobre como o anúncio deve ser identificado, e exceções a esta obrigatoriedade”, refere a norma.

Quem não cumprir e fizer publicações sem seguir a decisão do Governo norueguês, terá de pagar uma taxa de infração.

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