No papel escrito pelas mesmas mãos que esculpem colares, brincos e anéis num luminoso Atelier localizado na Graça, em Lisboa, a história de Inês Telles começa em 2009 - mas, na prática, a paixão que dá nome à marca de joalharia de autor é um conto de outros tempo, outros mundos e outros costumes.

Formada em História da Arte pela Universidade Nova, foi durante o curso que Inês Telles começa a explorar a joalharia e a sua simbologia nas diferentes culturas e tempo.

A vontade de explorar uma parte mais prática e criativa leva a joalheira portuguesa a experimentar e aprender esta forma artística com Catarina Fernandes, com quem faz uma pequena formação ainda na faculdade.

Terminada a licenciatura em História da Arte, Inês ingressa na Contacto Directo, uma escola de joalharia em Lisboa, onde faz o curso técnico de Design de Joalharia. É também nesta altura que a joalheira começa a dar os seus primeiros passos e a criar as suas próprias peças, procurando várias lojas e feiras para vender as suas criações.

O ano de 2009 marca a criação da marca de joalharia de autor, Inês Telles, conhecida pelas suas peças feitas em prata e ouro, através de processos manuais e tradicionais e altamente inspiradas na natureza, na história e no mundo que nos rodeia.

Começando a sua viagem com a criação de peças únicas - um momento muito importante para experimentar a técnica e os registos estéticos que ainda hoje criam um fio condutor na história de Inês Telles -, a joalheira portuguesa organiza a sua primeira coleção em 2012, no Brasil.

Inês Telles
Inês Telles créditos: Ana Brígida

Dois anos antes da criação da sua primeira coleção, Inês participa na primeira feira internacional de Paris, mantendo sempre uma presença habitual em diversas apresentações pelo mundo fora, desde Munique, São Paulo, São Francisco e Tóquio.

De pequena produção, a marca Inês Telles tem por base a autenticidade, honestidade e amor pelas jóias que cria, e uma constante preocupação para o aperfeiçoamento de uma criação económica, ambientalmente ética e consciente.

Apaixonada pelos lugares e inspirada pelas particularidades únicas dos diversos sítios que visita, sejam eles em que parte do globo forem, é no seu mais recente Atelier, na Graça, que Inês Telles trabalha a prata e o ouro que dão vida às suas peças, algumas delas também adornadas com pérolas de cultura e pedras naturais.

Foi neste bairro com muita vida, um bairro carismático e quase auto-sustentável, que Inês encontrou um novo espaço que a inspira, que é uma extensão do seu trabalho e um reflexo dos seus gostos e paixões enquanto artista e pessoa.

Numa antiga fábrica da Graça, o novo Atelier-Oficina Inês Telles é dotado de um cariz industrial. Um open-space que pode ser visitado e onde ferramentas e máquinas convivem com bonitas vitrines que expõem todas as coleções e algumas peças inéditas.

Inês Telles
Inês Telles créditos: Ana Brígida

As coleções orgânicas de Inês Telles

Inspiradas nas viagens, nos lugares que surpreendem, nas artes e nas culturas antigas, na arquitetura, na arqueologia, na etnologia e na botânica, as coleções de Inês Telles partem do olhar atento da autora que, através da prata e do ouro, encontra formas orgânicas e sofisticadas.

Conheça a nova coleção de Joalharia de Inês Telles, que vai ser lançada a 25 de outubro:

É na experimentação e na construção que a joalheira portuguesa inicia todo o seu processo criativo, tendo sempre por perto todas as suas referências, estudos e maquetes, fundamentais à criação de qualquer peça com a assinatura Inês Telles.

Um casamento harmonioso entre observação, técnica, estética e funcionalidade, as coleções de Inês Telles pretendem oferecer peças funcionais e confortáveis, com as quais as pessoas se podem identificar e sentirem-se ainda mais bonitas.

Desenvolvidas e produzidas sob processos manuais e artesanais de joalharia, as peças de Inês Telles são construídas de forma cuidada e individual no Atelier-Oficina da joalheira portuguesa, localizado no carismático bairro da Graça, em Lisboa.

Organizadas em 17 coleções que trazem algum misticismo e simbolismo à vida de cada um - entre elas Juno, Salma, Luzia e Solar, esta última inspirada numa viagem à Indonésia, nas oferendas e na minuciosidade das mesmas -, as peças de Inês Telles encontram no corpo humano lugar para embelezar e adornar.

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