É uma feminista assumida, tem 81 anos, é artista plástica, escritora e formadora e acaba de desenvolver uma nova carteira para a marca de moda francesa Dior. Depois de ter sido responsável pela instalação que serviu de cenário ao desfile de primavera/verão de 2020 no final de janeiro, no Museu Rodin, em Paris, em França, a norte-americana Judy Chicago, nascida em 1939, foi desafiada por Maria Grazia Chiuri, diretora criativa da grife gaulesa, a reinventar o modelo Lady Dior. O resultado é uma carteira iridescente.

Tanto um convite como outro surpreenderam a artista. "Para vos dizer a verdade, eu nem sequer sabia quem era a Maria Grazia Chiuri", assumiu Judy Chicago, no início deste ano, em entrevista. "Mas fiz uma pesquisa, descobri que ela era a primeira diretora criativa feminina da Dior, que já tinha colaborado com outras artistas feministas e que tinha causado um grande impacto com a sua primeira coleção para a marca e achei que poderia ser interessante", revela a artista. A colaboração deu-lhe uma maior visibilidade.

Apesar da revista Time a ter incluído na lista das 100 pessoas mais influentes de 2018, só depois dessa instalação é que muitos ficaram a conhecer Judy Chicago. Na altura, Maria Grazia Chiuri, nascida em Roma, justificou publicamente a escolha. "É uma das 10 pessoas que mais me influenciam", confidenciou a italiana, que desafiou depois a artista a colaborar com a marca francesa, à semelhança do que têm feito inúmeros artistas plásticos de todo o mundo, como pode comprovar na galeria de imagens que se segue.

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