O ideal é que um casal tenha gostos similares e possa desfrutar de momentos a dois, quer seja um concerto de música ou um bom filme, mas isso não é tudo numa relação. E para além disso não é assim tão comum.

“Normalmente as coisas que temos gosto em fazer, é algo que os nossos parceiros odeiam”, revelou Jane Greer, especialista em relações e autora do livro ‘What About Me? Stop Selfishness From Ruining Your Relationship’ ao site Refinery 29.

Uma das coisas que muitos casais não percebem e não se apercebem é que o facto de gostarem de coisas diferentes pode fazer maravilhas pela sua relação. Como? Ao desfrutarem individualmente daquilo que lhes dá prazer, abrem espaço para que haja saudade da companhia do outro.

“Isso aproxima-nos de uma forma muito poderosa quando estamos longe um do outro”, revela Wendy Newman, especialista em encontros e conselheira matrimonial. “Cada vez que voltamos para a nossa cara-metade depois de fazermos uma coisa diferente, é como se nós próprios tivéssemos mudado. É uma forma divertida de apimentar a relação”, afirma.

Contudo há casais que se sentem em baixo e quase terminam uma relação apenas pelo simples facto da sua cara-metade não partilhar os mesmos interesses que os seus. “Há uma grande diferença entre alguém que não partilha os mesmos gostos que os nossos e alguém que não apoia aquilo que gostamos”, sublinha Greer.

Ou seja, o nosso foco central deveria ir mais além dos gostos e interesses que partilhamos. “As coisas que fazem a dois não são importantes, quando comparadas com aquilo que são quando estão juntos e a maneira como procedem um com o outro”, remata a especialista.

O mais natural é que com o passar do tempo, encontrem coisas que gostam de fazer a dois.

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