Dados de 2013 do Registo do Aleitamento Materno, divulgados no domingo pela Direção-Geral da Saúde (DGS), revelam que Portugal está aquém das metas da Organização Mundial de Saúde (OMS), que pretende ter pelo menos 50% dos bebés em aleitamento materno exclusivo até aos seis meses.

Porém, o país tem conseguido uma evolução positiva: nos últimos três anos, Portugal passou de 14% dos bebés a cumprirem as indicações da OMS para 22%, escreve o jornal Público.

O relatório indica ainda que no ano passado mais de 98% dos bebés começaram a mamar antes da alta hospitalar. Em quase 77% dos casos o aleitamento materno foi conseguido em exclusivo, isto é, sem que tenha sido dado nenhum tipo de suplementos. Um valor que sobe para os 79% nos chamados Hospitais Amigos dos Bebés, unidades que cumprem as dez medidas definidas pela OMS pela promoção do aleitamento materno.

O Registo do Aleitamento Materno revela, no entanto, que aos  dois meses esse valor cai abruptamente para os 52% e, aos quatro meses, volta a descer para os 35%.

A recolha dos dados foi feita em hospitais e centros de saúde e contou com uma amostra de mais de 31 mil recém-nascidos, o que corresponde a 25% dos nascimentos em Portugal.

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