Neste regresso às aulas, as famílias portuguesas esperam gastar menos 62 euros do que em 2016 (455 euros), atingindo o valor mais baixo desde 2013.

Em relação ao ano passado, mais famílias preveem gastar entre os 250 e 750 euros, representando mesmo a maior fatia dos inquiridos (61%). Regista-se também uma diminuição significativa do número de agregados que contam gastar mais de 1.000 euros no regresso às aulas (10% versus 4%).

As principais despesas serão com material escolar essencial – como mochilas, cadernos e canetas – materiais para a prática desportiva e materiais de apoio didático. As compras são iniciadas até 2 semanas antes do começo do ano
letivo e a maioria (59%) revela que a compra de material escolar e dos livros para os filhos é feita num momento único. Já os adultos que estudam preferem comprar ao longo do ano.

«As famílias aproveitam as promoções nas semanas que antecedem o regresso às aulas, que são cada vez mais vantajosas. Por outro lado, temos hoje uma oferta cada vez mais alargada, desde papelarias, hipermercados e lojas online, que vieram aumentar a concorrência no setor e, consequentemente beneficiar o consumidor. Estes fatores estão entre as razões que justificam as intenções de gasto expressadas pelas famílias», considera Pedro Camarinha, Diretor Distribuição do Cetelem.

O Observador Cetelem Regresso às Aulas 2017 tem por base uma amostra representativa de 600 indivíduos residentes em Portugal Continental, de ambos os géneros e com idades compreendidas entre os 18 e os 65 anos.

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