O relatório será apresentado, em conferência de imprensa, pelo secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar, João Casanova de Almeida, na Escola Básica José Carlos da Maia.

Segundo uma nota da tutela, o Programa de Remoção Faseada das Coberturas de Fibrocimento das Escolas, divulgado em março de 2013, permitiu "concluir as intervenções nos estabelecimentos de ensino que se verificaram como necessárias", tendo a remoção sido "parcial ou total consoante o estado de degradação das placas".

Em finais de dezembro, a Federação Nacional dos Professores, maior estrutura sindical de docentes, avisou que continuava, então, por cumprir a retirada de amianto dos edifícios públicos, nomeadamente de escolas, conforme previsto na lei.

Segundo um levantamento feito pelo Governo, e divulgado em agosto, o Ministério da Educação e Ciência era, de todos os ministérios, o que tinha mais edifícios com amianto, com 37 por cento dos seus 2.214 imóveis a conterem este material tóxico.

Um estudo da associação de defesa do consumidor Deco, publicado em setembro, revelou que o ar das salas de aula de 23 escolas examinadas, entre março e junho, tinha má qualidade, com quatro delas a terem placas de amianto danificadas.

Os autores do estudo recomendavam a remoção imediata do amianto em quatro escolas, bem como sistemas de ventilação eficazes e a funcionar em permanência – ou janelas abertas em todos os intervalos – e o reforço da limpeza para o combate à poluição do ar interior.

João Casanova de Almeida está hoje e na terça-feira no Algarve para visitas a várias escolas da região e encontros com dirigentes escolares.

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