De acordo com uma nota do Ministério da Educação, menos de oito por cento dos diretores decidiram realizar as provas do 4.º e 6.º ano em conjunto com as provas dos 2.º, 5.º e 8.º anos de escolaridade.

Dois por cento optaram por realizar apenas as provas do 4.º e do 6.º ano.

Em março, ao anunciar a aprovação em Conselho de Ministros do novo modelo de avaliação, o ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, afirmou que as escolas podem decidir não realizar este ano as provas de aferição, desde que fundamentem essa decisão.

O novo modelo de avaliação do ensino básico e secundário foi anunciado pelo ministro em janeiro. Acabam os exames no 4.º e no 6.º ano, que tinham uma ponderação de 30 por cento na nota final do aluno.

Passam a realizar-se provas de aferição no 2.º, no 5.º e no 8.º ano, com o objetivo de perceber o estado das aprendizagens a meio do ciclo de ensino.

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