O ano letivo, na educação pré-escolar e nos ensinos básico e secundário, tem hoje início, com as aulas a começarem, nos diferentes estabelecimentos de ensino do país, até sexta-feira, 14 de setembro.
A abertura do ano letivo envolve quase dois milhões de alunos, a nível nacional, entrando agora em vigor uma nova estrutura curricular e novos centros escolares. Entre estas medidas estão a concentração nas disciplinas fundamentais: Português, História, Geografia, Inglês, Matemática e Ciências; antecipação de Tecnologias da Informação e Comunicação para o 7.º ano; o fim de Estudo Acompanhado e Formação Cívica; a divisão de Educação Visual e Tecnológica em duas áreas, cada uma com um professor e o Fim de Educação Tecnológica no 7.º e 8.º anos.
As turmas vão passar a poder ter um máximo de 30 alunos e a escolaridade passa a ser obrigatória durante 12 anos.
Para o líder da Federação Nacional dos Professores (Fenprof), Mário Nogueira, o ano letivo 2012/13 será "um dos piores de sempre" no pós-25 de Abril, marcado pelo "verdadeiro" impacto dos cortes na Educação.
Num outro nível de ensino, milhares de alunos que se candidataram ao Ensino Superior na primeira fase, em julho, sabem hoje conseguiram entrar no curso pretendido. Para este ano letivo (2012-2013), as instituições de ensino superior público (universidades e politécnicos) abriram 52.298 vagas, uma redução face ao ano passado, quando abriram neste concurso 53.500 vagas.
Nos últimos anos, verificou-se um crescimento do número de vagas, mas no ano transato os lugares disponíveis já ficaram longe estarem preenchidos. No letivo 2011-2012, foram ocupadas 45.616 vagas (85,3 por cento), tendo sobrado 7.884 (14,7 por cento).
10 de setembro de 2012
Lusa

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