Catarina Furtado esteve esta terça-feira no programa 'Júlia' para uma entrevista intimista onde recordou o seu percurso profissional e pessoal e onde, tal como a própria fez questão de destacar, teve oportunidade de dar voz às causas que defende e que na sua vida se transformaram em verdadeira missões.

Catarina é embaixadora de Boa Vontade do Fundo das Nações Unidas para a População e é nesse âmbito que defende não só os direitos dos refugiados como também os direitos das mulheres.

A apresentadora quis ao longo dos anos travar uma luta pela qual teima em não desistir: fazer com que em menos mulheres morram no momento em que dão à luz.

Aliás, são precisamente os momentos em que viu mulheres morrerem sem condições hospitalares durante o parto os que mais a marcaram ao longo dos vários anos em que tem visitados países em situações de conflito.

"Vi muitas mulheres saudáveis morrerem no momento do parto por falta de oxigénio, soro ou eletricidade", lamenta, sem conseguir esconder a emoção.

No decorrer do programa, Catarina foi ainda surpreendida com o testemunho dos pais, Helena e Joaquim Furtado, e do marido, João Reis.

A apresentadora não conseguiu conter as lágrimas ao ouvir o pai dizer: "É um motivo de orgulho o que a Catarina faz".

"Tenho muito orgulho na pessoa que tu és, com filha como mãe e como pessoa do mundo que não se cansa de dar voz a quem não a tem", realçou ainda a mãe Helena.

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