A luta de Kesha não está a correr da melhor maneira. Segundo o jornal britânico Daily Mirror, um dos argumentos avançados pela cantora em tribunal, contra o seu produtor musical, Dr. Luke, foram recusados pelo juiz.

No mesmo, a artista afirma que foi uma “escrava” nas mãos da Sony, algo com o qual o tribunal não concordou. Mas não se ficou por aqui. Outra das acusações que Kesha fez é que tinha sido vítima de um “crime de ódio”, argumentou que também não teve efeito.

Para o juiz, a suposta “escravidão” não faz sentido, tendo em conta que a Sony afirmou que a cantora iria ter outros produtores disponíveis para si. Quanto ao “crime de ódio”, o mesmo acrescentou que o comportamento de Luke não foi motivado por esta ser do sexo feminino.

E concluiu: “Nem todos os abusos são crimes de ódio motivados pelo género”.

Recorde-se que a última audiência realizada em fevereiro não foi a favor de Kesha. Na altura, a cantora solicitou o direito a rescindir o seu contrato com a Sony, e assim parar de trabalhar com Dr. Luke.

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