Afastado das luzes da ribalta desde que, em 2007, foi esmurrado numa discoteca por Paulo Rocha, o DJ Gonzo Gonzo não vê a hora de o ator português ser responsabilizado pela agressão que o obrigou a recorrer a cirurgias estéticas para reconstruir a cara.

O julgamento de Paulo Rocha estava marcado para esta quinta-feira, dia 5, no tribunal de Rio Maior, mas acabou adiado por tempo indefinido por falta de comparência do arguido, que está no Brasil a gravar uma novela.

"Chateia-me isto porque esperava que ele fosse responsabilizado. Não quero publicidade, mas que se faça justiça. Não houve razão para tal brutalidade", confessou Gonzo ao “Jornal de Notícias”.

Passado tanto tempo, o que o ex-membro dos Excesso mais lamenta é o facto de Paulo Rocha nunca o ter procurado para se justificar ou pedir desculpa.
"Nunca houve um pedido de desculpas, nem sequer a intenção de o fazer", frisa Gonzo, acrescentando que não há um único dia, desde aquela azarada noite de dezembro de 2007, que não se lembre do sucedido.

"Tenho três placas de titânio na cara. Todos os dias quando me olho ao espelho vejo as marcas, mas o pior são as mazelas psicológicas", revelou.

Gonzo aproveitou ainda para esclarecer que não foi ele que moveu o processo contra Paulo Rocha, mas o próprio Ministério Público (MP). "Entrei no hospital com marcas de uma agressão física, onde fui ouvido pela Polícia. O MP investigou o caso, ouviu testemunhas e acusou formalmente o Paulo Rocha", terminou.

Entretanto, nas últimas horas, Paulo Rocha fez saber a sua posição através de um comunicado divulgado pela Globo: “Não agredi ninguém. Agi em legítima defesa”, disse o ator, segundo comunicado divulgado pela Globo.

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