Novos romances do campo estão prestes a chegar aos fins de tarde da SIC. Na noite deste domingo, dia 26, estreia a terceira edição de 'Quem Quer Namorar Com o Agricultor', repleta de peripécias e de novidades, como a primeira participação de uma agricultora.

Aquele que foi um dos programas de maior sucesso da estação de Paço de Arcos em 2019 está a conquistar cada vez mais admiradores e a Andreia Rodrigues garante que esta temporada será igualmente cativante.

A propósito da estreia, o Notícias Ao Minuto esteve à conversa com a anfitriã do programa sobre as surpresas que se adivinham.

As últimas edições de 'Quem Quer Namorar Com o Agricultor' revelaram-se um sucesso. Esperava que os portugueses acolhessem tão bem o conceito?

Quando me mostraram o programa, fiquei entusiasmada com a ideia de mostrar o país real, e com esse ponto de partida, paisagens incríveis e as histórias reais de homens e mulheres, pessoas simples e genuínas que procuravam deixar para trás a solidão e encontrar o amor. Tudo isso somado ao facto de Portugal ser também um país com muita ruralidade, abria boas perspectivas de adesão. Acho que um bom exemplo da verdade que o programa transporta é percebermos, por exemplo, que a vida de cada um dos agricultores das edições anteriores, não foi modificada pelo sucesso. E o mesmo se passa com estes novos agricultores, não vêm com uma pose, não constroem uma personagem, são eles próprios. E o público sente essa autenticidade de cada um e das suas histórias.

Ao privar tanto com os concorrentes, o que achou mais fascinante nas suas relações?

A dedicação, a forma como vivem do campo e para o campo. Para a maioria não há fins de semana, folgas ou férias, o trabalho no campo não se interrompe e alguns deles têm relações que não sobrevivem a essa condição. Independentemente de me identificar mais com uns do que com outros torcia e torço para que sejam felizes, todos eles. Há casos que me tocam mais, claro, como o do António, desta nova edição, que tinha o sonho de regressar a Portugal com a mulher depois de um longo período de emigração, no entanto a vida pregou-lhes uma rasteira e a mulher ficou doente e acabou por falecer. E agora viu-se sozinho, com um enorme vazio, e decidiu cumprir o que prometeu à mulher: voltar a ser feliz.

De alguma forma, o programa quebrou barreiras ou desfez preconceitos relativamente à forma como os portugueses encaram o amor?

Acho que nos permitiu olhar de uma forma diferente para o que é nos dias de hoje a vida no campo e de que forma é que essa dureza pode remeter quem vive da agricultura para um certo isolamento. Haver tantas pessoas que vivem da agricultura e que não têm um parceiro ou parceira faz com que este programa, não deixando de ser um projeto de entretenimento, cumpra também um papel social.

Este domingo estreia a nova edição, que conta pela primeira vez com uma agricultora. Ficou feliz com esta mudança?

Fiquei muito feliz com a chegada da Catarina. Ela traz um conjunto de particularidades que enriquecem, ainda mais, o programa e tenho a certeza de que o público se vai apaixonar pela Catarina. Ela é muito cativante e uma mulher cheia de garra, que não tem medo do trabalho e que vai pôr os candidatos na ordem, com muito humor. De qualquer modo, a chegada dela não representa uma mudança no formato, uma vez que as inscrições sempre estiveram abertas a agricultoras e agricultores.

Que outras novidades pode esperar o público?

O programa é todo um novo programa. À exceção das 'regras' habituais, tudo é novidade. Novos agricultores, novos candidatos, novas histórias e vivências. Não posso revelar mais...

Viveu alguma peripécia nos bastidores que nos possa confidenciar?

Foram várias. Até porque eu gosto do verbo 'ir', é para fazer? Vamos! É para conduzir um trator? Vamos! É para ir gravar no meio das vacas e bois? Vamos! Se correrem atrás de nós, logo se vê... No programa propriamente dito há um momento na primeira emissão muito engraçado que é quando a Catarina (agricultora) desce pela primeira vez a escadaria, não posso contar o que acontece, mas é imperdível.

A SIC tem apostado cada vez mais em formatos que apelam às emoções. É uma aposta a continuar?

Essa é uma pergunta que tem de ser feita à Direção de Programas da SIC.

A pandemia da Covid-19 acabou por abalar os planos de muitos setores e o meio televisivo também se viu afetado. Ainda assim, 2020 adivinha-se um ano de grandes realizações?

Acho que será um ano desafiante. Voltar à normalidade vai levar o seu tempo e por isso teremos de nos adaptar todos durante uns tempos a uma nova ideia de normalidade.

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