Depois de Pedro Teixeira e Sara Matos terem dado as boas-vindas ao primeiro filho em comum, o pequeno Manuel, no dia 15 de setembro, Cláudia Vieira reagiu publicamente ao nascimento do bebé. Uma publicação que foi feita no Instagram e que, como seria de esperar, rapidamente ganhou destaque.

Em conversa com os jornalistas na apresentação da nova temporada da SIC, na segunda-feira, 20 de setembro, a atriz e apresentadora comentou o sucedido, desejando as “maiores felicidades” ao ex-companheiro.

“[A publicação] não foi a pensar que havia a necessidade de me pronunciar. Foi de uma forma totalmente sincera. Acho mesmo que a chegada de uma criança e de um bebé é sempre uma bênção. Desejo as maiores felicidades e a minha filha [Maria] está mesmo mais rica com mais um mano”, disse.

“De filha única que foi durante quase dez anos, tem uma mana com quase dois anos e um mano recém-chegado”, acrescentou.

Recorde-se que Maria é filha de Cláudia Vieira e Pedro Teixeira. Além do pequeno Manuel, a menina é ainda irmã de Cateana, filha de Cláudia e João Alves.

Atualmente, Maria começou o sexto ano de escolaridade e Cláudia Vieira partilhou que a filha mais velha “é dedicada sem ser excessivamente dedicada”. “Mas também não falhando com as responsabilidades dela”.

Já sobre a filha mais nova, Cateana, que vai completar dois anos em dezembro, a atriz e apresentadora disse que a menina “é uma espevitada que trepa tudo”.

“Mexe-se como eu nunca vi. Sempre foi muito ágil, muito física, muito louca com os cães”, afirmou, referindo ainda que a menina tem um especial cuidado com o patudo Yoshi, que já tem “15 anos, a idade de numa pessoa corresponde a 105 anos”.

“O Yoshi está velhinho e ela tem esse cuidado. É muito engraçado ver a diferença de brincadeiras dela com o Yoshi. Ele já se arrasta um bocadinho. As exigências do meu cão agora são muito superiores. É muito dependente, dou-lhe comida à boca, os passeios à rua são a outro ritmo… Tenho de me preparar para a despedida de um companheirão absolutamente incrível na minha vida, aquele cão é mesmo muito especial. Viveu a chegada das minhas filhas, a chegada do João [Alves], a minha separação, tudo”, acrescentou.

Cláudia Vieira faz parte da série 'A Lista', da Opto

A nível profissional, tem em mãos um novo trabalho, a série ‘A Lista’, e explicou que “está a ser um projeto bastante diferente de tudo o que fez até então, porque esta personagem é bastante mais pequenina a nível de incidência”.

“A história recai toda sobre uma grupeta, uma lista de nomes, de jovens que estão envolvidos numa festa fora da lei e é à volta de uma morte. Isso vai fazer uma série de cruzamentos de histórias. Tem um lado misterioso que acho que vai agarrar os telespectadores, acho que as pessoas vão querer acompanhar. Está muito bem escrita, com um gancho muito interessante e as personagens todas elas muito fáceis de identificar quem é quem”, explicou.

A personagem Marta, que sofria de violência doméstica

Um projeto que chega depois do seu papel no telefilme ‘Amor’, da trilogia ‘Na Porta ao Lado’, da Opto, sobre a violência doméstica. Nesta produção, a atriz interpreta Marta, que sofre de violência doméstica.

“Acho que as pessoas amaram os telefilmes sobre este tema tão frágil, tão próximo ao mesmo tempo, e quase impossível para nós de imaginar que se possam passar na porta ao lado coisas daquele género. O intuito destes três telefilmes foi totalmente conseguido, que é um alerta de toda a gente de que realmente as coisas acontecem mesmo debaixo do nosso nariz e não damos conta com muita facilidade - não só para os vizinhos, para os amigos e família, mas também para os próprios que estão a viver, que é os indícios e a forma como as coisas vão galopando dentro dessa agressividade, dessa violência psicológica e depois física”, destacou.

“Para mim foi uma grande experiência porque foi um telefilme feito em tempo recorde. Tivemos nove dias de filmagens e mergulhávamos um bocadinho naquela energia pesada. Pela primeira vez tive alguma dificuldade em ir para casa e deixar a personagem no local. Tem muito que ver com o querer sentir o que é que as mulheres ou os homens que estão nesta pele vivenciaram ou vivenciam. E depois não conseguir desligar porque é real. Todas as personagens a que nós damos vida são reais, mas estamos a falar de um caso real e dramático ao mesmo tempo. Andei durante uns dias mesmo triste, angustiada, era o meu estado de espírito que era raro, também foi uma coisa que nunca me tinham acontecido”, recordou.

Os dias de descanso e as férias a dois que estão em falta

Cláudia Vieira aproveitou algumas dias de descanso entre os trabalhos que foi tendo ao longo do ano, no entanto, confessa, “não sentiu que tivesse tido umas grandes férias”.

“Foram sempre de dias, curtas, havia sempre um compromisso. Não foi aquela coisa de mergulhar nas férias e relaxar. Primeiro, com duas filhas as solicitações já são várias. Mas deu para descansar e foram dias e momentos com elas muito produtivos, muito nossos”, realçou, admitindo que está a precisar de férias apenas com o companheiro, João Alves. “Ainda não marcámos, mas vamos fazê-lo”, afirmou.

“Não ando com muita vontade de viajar para fora. Não é medo. O medo foi na fase inicial [da pandemia], como todos nós, mas depois não fiquei presa ao medo, libertei-me disso. Não me apetece. Não há uma explicação completamente válida, mas não me apetece ambientes de aeroportos, de viagens... Apetece-me estar por aqui, por aquilo que é nosso. Temos um país tão incrível que tem de ser muito explorado”, partilhou ainda.

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