Luciana Abreu esteve à conversa com João Baião, n'O Programa da Cristina', da SIC, esta quarta-feira, 10 de junho, onde além de falar sobre a sua personagem, Tina, na novela 'Terra Brava', abordou ainda o lado mais pessoal.

Apesar de não ter aprofundado o lado mais íntimo, a artista não deixou de enviar uma mensagem a todas as mulheres. "Sou mulher e gosto de ser mulher. A mulher tem um poder dentro de si que muitas vezes esconde, ou não tem coragem de expor. E a mulher tem todo o direito de ser mulher. O homem tem mais é que proteger a mulher e deixá-la passar, dar-lhe prioridade em tudo na vida porque a mulher tem o dom de gerar, de criar vida dentro ela", começou por dizer.

"E nós mulheres estamos sempre a bajular-vos [homens], estamos sempre a proporcionar-vos tudo e mais alguma coisa. Nós merecemos ser bem tratadas, mas para sermos bem tratadas temos de saber aquilo que valemos. Nunca podemos estar debaixo do braço do homem. Não precisamos de homens na nossa vida para ultrapassarmos todos os obstáculos e atingirmos todos os objetivos", acrescentou.

A artista é mãe de quatro meninas, Lyonce e Lyannii, fruto do casamento com Yannick Djaló, e as gémeas Valentine e Amoor, da união terminada com Daniel Souza.

Questionada sobre se gostava de ter mais mais filhos, a cantora e atriz respondeu: "Se pudesse, eu queria. Se tivesse condições para proporcionar aos meus filhos todos as mesmas oportunidades, voltava a ser mãe. E adotava também".

E será que há um novo amor? "Se aparecer alguém na minha vida tem de ser rico", disse, na brincadeira. "Quando aparecer um amor ele fica ao meu lado, logo. Mas estou bem, estou tão bem assim", acrescentou, mais à frente.

Sobre as filhas, a artista afirmou que as meninas "estão ótimas, muito crescidas". "A Lyonce está quase do meu tamanho", acrescentou, referindo que as filhas mais velhas já cantam. "Mas a Lyannii tem mais vocação para a dança, se bem que agora diz que quer ser cantora", partilhou.

As meninas são a sua "grande prioridade". "Sou muito lutadora, acredito muito em mim, acredito que tudo é possível quando nós queremos, é uma das coisas que ensino às minhas filhas", frisou.

Luciana também esteve os primeiros dias da pandemia da Covid-19 em casa, com as filhas. Momentos que, diz, "adorou". "Fiz grandes jantaradas, partilhei muito com elas o meu conhecimento, ouvi-as bastante", contou.

"A Covid-19 veio ensinar muita coisa. Veio ensinar que nós não devemos ser reféns do trabalho, da correria do dia-a-dia. O que estava a acontecer é que as pessoas iam trabalhar e deixavam os filhos entregues à escola. Chegavam à noite, jantavam e iam para a cama... não havia diálogo, não havia partilha. O tempo era muito contado. E começamos a dar valor a outras coisas. Começamos a ver o papel higiénico a acabar, começamos a ver a comida... Foi uma situação muito delicada e, a partir daí, naquelas noites que não consigo dormir, que me dá inspiração, aquelas insónias que não lembra a ninguém... surgiu a 'Fé' [nova música]", destacou.

A boa forma física de Luciana Abreu também esteve em destaque, tendo confessado que não gosta de fazer exercício físico. "Sofro muito. Eu não gosto nada de fazer desporto. Eu obrigo-me porque sei que vivo da minha imagem", disse.

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