As vendas de discos em vinil estão a subir há 15 anos. Ainda não ultrapassaram as do CD em número de unidades mas o formato antigo já é mais lucrativo do que o que lhe sucedeu. De acordo com o último relatório da Recording Industry Association of America, mais conhecida pela sigla RIAA, a associação norte-americana que reúne os profissionais da indústria musical, foram vendidos 10,2 milhões de exemplares de discos compactos e 8,8 milhões de álbuns em vinil entre janeiro e junho deste ano.

Enquanto que o CD regista uma quebra de 47,6% em relação ao mesmo período do ano passado, o formato que lhe antecedeu apresenta um crescimento de 3,6%. No primeiro semestre de 2020, os discos compactos renderam 129,9 milhões de dólares, cerca de 109,6 milhões de euros. Em contrapartida, os lucros das vendas dos discos em vinil subiram para os 232,1 milhões de dólares, perto de 196 milhões de euros. Segundo o site americano Discogs, a procura global disparou no período de confinamento.

A cantora e compositora norte-americana Billie Eilish foi a artista que mais discos em vinil vendeu nos EUA entre janeiro e junho deste ano. O seu álbum de estreia, "When we all fall asleep, where do we go?", escoou 85.000 exemplares e o primeiro EP que lançou, "Dont smile at me", mais 44.000. "Fine lime" de Harry Styles ocupa a segunda posição, com 61.000. Os Queen, os The Beatles, os Tame Impala, Bob Marley & The Wailers, os Pink Floyd e Michael Jackson também figuram na lista dos mais procurados.

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