Estudo revela que a maioria das pessoas prefere marcas cujas iniciais são iguais às do seu nome. Por exemplo, António prefere Apple, Nuno gosta de Nike e Luana prefere a Louis Vuitton.

Gordon Hodson e James Olson, os psicólogos autores do estudo, revelam, no entanto, que esta tendência não se aplica aos animais e alimentos, pois não os vemos como uma extensão nossa. Por outro lado, estamos convencidos de que a marca da nossa carteira já diz muito da nossa personalidade, dos nossos gostos, da nosso modo de vida.

"Dado que os indivíduos podem optar por comprar, possuir ou exibir nomes de marcas específicas, estas podem ser usadas para comunicar a nossa identidade", acrescenta Hodson.

Foi, no entanto, o psicólogo belga Jozef Nuttin que, em 1985, estudou o efeito e a influência das letras do nosso nome nas nossas escolhas.

Há 26 letras no alfabeto e se formos confrontados com a pergunta “Quais as suas letras favoritas”, a resposta é óbvia: serão as letras do nosso primeiro nome ou do nosso apelido. É o chamado "efeito nome de letra" que tem algumas consequências surpreendentes no comportamento do consumidor.

Uma vez que vemos as marcas como uma extensão de nós mesmos, inconscientemente procuramos marcas com nomes como o nosso.

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