Atualmente, um Curriculum Vitae (CV) é muito mais que um ficheiro de Word com o resumo da vida pessoal e profissional do candidato. As fotos tipo passe, as formatações com cores coloridas e com fonte calibri, são da década passada e se outrora serviam para captar a atenção de empregadores, hoje a realidade é bem diferente. Sobretudo se considerarmos que atualmente uma consultora poderá receber em média 36 mil candidaturas para 600 posições e cada vez que uma multinacional abre programas de estágios recebe cerca de 18 mil candidaturas para 200 vagas.

Os desafios de empregabilidade e as expectativas dos empregadores são diferentes, e por isso é fundamental que cada candidato tenha estes dados em consideração quando se candidata a uma função, para que se faça notar no processo de recrutamento e para que seja um dos escolhidos.

A CATÓLICA-LISBON tem atualmente uma das maiores taxas de empregabilidade do país, com 98% dos alunos a conseguirem emprego após três meses depois de concluírem os seus cursos e com 84% dos alunos finalistas a conseguirem emprego mesmo antes de se graduarem. Uma taxa de empregabilidade que está refletida nos principais setores recrutadores: consultoria, banca e serviços financeiros e retalho.

Neste âmbito e para que um aluno faça parte dos planos de contratação de uma empresa, é necessário formação de excelência e um CV competitivo e diferenciador. Mas como é que se faz um CV de sucesso?

1. Experiência internacional: quando aplicável destacar intercâmbios e experiências internacionais, e viagens realizadas a título pessoal. Fatores valiosos tendo em conta um mercado cada vez mais globalizado e sobretudo se a posição a que se candidata for numa multinacional;

2.  Atividades extracurriculares: associações ou clubes, desporto, música são apenas alguns exemplos que podem ajudar a reforçar a capacidade de liderança e espírito de equipa de um candidato;

3.  Projetos e Ações de voluntariado desenvolvidos ao longo do curso

4.  Projetos de consultoria e investigação desenvolvidos na faculdade: destacar Cases, Papers ou projetos onde o candidato possa realçar a sua capacidade de visão, foco e componente estratégica;

5.  Destacar o domínio de línguas internacionais, ajustado à realidade de cada empregador: o domínio de outras línguas que não apenas a língua nativa é, sem dúvida, um aspeto altamente valorizado. O candidato deve também ter em consideração a presença geográfica da empresa a que se candidata e onde possui negócios relevantes;

6.  Apresentar de forma clara as competências desenvolvidas durante o percurso académico: enquadrando pontos fortes com exemplos concretos;

7.  Expor resultados práticos dos projetos: objetivos definidos vs alcançados, dimensão do projeto e número de pessoas impactadas, negociação de custos são alguns exemplos que devem ser considerados;

8.  A utilização de verbos de ação com impacto e relevo: GERIR/ORGANIZAR/ ALCANÇAR/LIDERAR são apenas alguns exemplos;

9.  Incluir palavras relevantes para o setor de atividade e que descrevam as competências pretendidas: “Brand Manager”, “Liderança” ou “Comunicação”;

10.  Por último, o candidato deve sempre colocar-se na perspetiva do recrutador e ajustar o seu CV à oferta a que se candidata, destacando aspetos que vão ao encontro da realidade e expectativas do empregador.

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