Costuma ser uma das resoluções mais comuns no início de cada ano. Estudos internacionais revelam mesmo que 70% dos fumadores querem ver-se livres do vício do tabaco.

Ao fim e ao cabo, todos os fumadores estão conscientes das consequências nefastas dos cigarros e, segundo a Direção-Geral de Saúde (DGS), sete em cada dez querem largar a dependência.

Trata-se de uma tarefa árdua, pois o tabagismo é uma doença crónica recorrente», como a classificam muitos especialistas. A abstinência abrupta de nicotina, a substância responsável pela dependência, tanto física como psicológica, do organismo em relação ao tabaco, pode desencadear reações adversas, nomeadamente irritabilidade, ansiedade, ira, nervosismo, dores de cabeça, insónia, agitação, prisão de ventre, aumento de apetite, humor depressivo e até mesmo o desejo compulsivo de fumar.

Apesar de estes sintomas tenderem a desaparecer ao fim de algumas semanas e poderem ser reduzidos com medicação, poucos são os que conseguem, por isso, deixar de fumar se não o desejarem verdadeiramente… Assim, pense, em primeiro lugar, por que quer largar o tabaco, e lembre-se sempre disso cada vez que lhe apetecer desistir.

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