Como primeiro passo imediato, a UE conseguiu entregar à Ucrânia quase três milhões de comprimidos de iodeto de potássio, que podem ser utilizados para proteger as pessoas dos efeitos nocivos da radiação, através do Mecanismo de Proteção Civil da UE (rescEU), com a ajuda da Espanha e França, segundo um comunicado do executivo comunitário.

As reservas estratégicas para responder a ameaças químicas, biológicas, radiológicas e nucleares (QBRN) à saúde pública ascendem ao valor de 540,5 milhões de euros e compõem-se de equipamento médico e medicamentos, vacinas e outras terapêuticas para tratar pacientes expostos a estes agentes.

O rescEU irá ainda fornecer equipamento de descontaminação e equipas de peritos na matéria.

A Rússia lançou em 24 de fevereiro uma ofensiva militar na Ucrânia que matou pelo menos 1.480 civis, incluindo 165 crianças, e feriu 2.195, entre os quais 266 menores, segundo os mais recentes dados da ONU, que alerta para a probabilidade de o número real de vítimas civis ser muito maior.

A guerra já causou um número indeterminado de baixas militares e a fuga de mais de 11 milhões de pessoas, das quais 4,2 milhões para os países vizinhos.

Esta é a pior crise de refugiados na Europa desde a II Guerra Mundial (1939-1945) e as Nações Unidas calculam que cerca de 13 milhões de pessoas necessitam de assistência humanitária.

A invasão russa foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que respondeu com o envio de armamento para a Ucrânia e o reforço de sanções económicas e políticas a Moscovo.

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