Carlos César assumiu esta posição no final da reunião semanal da bancada socialista, na Assembleia da República, depois de questionado se a revisão da Lei de Bases da Saúde é uma das matérias que poderá transitar para a próxima legislatura.

"Continuaremos o nosso diálogo com todas as forças políticas, sem exceção, seja na Lei de Bases da Saúde, onde me parece possível designadamente um acordo à esquerda, seja no caso da Lei de Bases da Habitação, no Programa Nacional de Investimentos ou na legislação laboral", respondeu.

No caso da Lei de Bases da Saúde, fonte socialista disse à agência Lusa que voltaram a estar em curso conversações com o PCP, nomeadamente no que respeita à redação sobre as Parceiras Público Privadas (PPP), mas também com o Bloco de Esquerda, neste caso sobre limitação de taxas moderadoras.

Carlos César justificou o facto de "não excluir a possibilidade" de um acordo à esquerda, "em função do diálogo" que tem havido entre as diferentes forças políticas "e do que tem sido possível isolar como fatores que neste momento diferenciam as propostas dos partidos".

"Vamos ver se essas diferenciações são ou não suficientes para haver uma dissonância numa votação final global. Não quero acrescentar nada mais porque nós falamos com todos - evidentemente com maior facilidade com uns do que com outros dependendo do tema. E a nossa obrigação é procurar a concertação", frisou o líder da bancada socialista.

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