Além do projeto do IST, a CE decidiu apoiar também um projeto do Instituto Politécnico de Coimbra e outro da Associação de Defesa do Património de Mértola. Os três projetos portugueses inserem-se na área do ambiente e vão receber um total de 7,3 milhões de euros da CE.

Com um orçamento total de 1,369 milhões de euros e com um financiamento da União Europeia de 792 mil euros, o projeto do IST iniciou-se a 01 de outubro e terá a duração de 42 meses.

Contactada pela agência Lusa, a coordenadora do projeto do IST Susana Almeida explicou que o projeto Index-Air “pretende desenvolver ferramentas de apoio à decisão que identifique medidas para melhorar a qualidade do ar e diminuir a exposição da população a poluentes”.

Segundo Susana Almeida, o Index-Air vai debruçar-se também na qualidade do ar dos ambientes interiores, porque as pessoas passam “a maior parte do tempo em ambientes interiores”. A responsável adiantou que o projeto vai debruçar-se sobre três módulos: uma base de dados, a exposição da população a poluentes e os impactos desses poluentes na saúde.“Queremos identificar as melhores metodologias para melhorar a qualidade do ar”, afirmou.

Nesta fase inicial, o projeto vai incidir em 100 crianças dos cinco aos nove anos e será feita uma avaliação à qualidade do ar nas escolas que frequentam, nas suas casas e nos transportes que utilizam para se “saber qual a exposição dessas crianças a poluentes”.

O projeto vai ser desenvolvido em Lisboa, Porto, Atenas (Grécia), Veneza (Itália) e Kuopio (Finlândia) e, numa fase posterior, será alargado a outras cidades.

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