“Desde que há registo, inverte-se pela primeira vez uma tendência: a carne de aves (animais de capoeira) cresce ao contrário da de bovino e a de suíno. Mesmo assim, a proporção de proteína de origem animal ainda está acima do desejável”, refere o relatório Alimentação Saudável em Números 2014 da Direção-geral da Saúde, que recorre a dados do Instituto Nacional de Estatística entre os anos de 2008 e 2012.

Um estudo hoje divulgado pela Agência Internacional para a Investigação sobre o Cancro (IARC, na sigla em inglês)revela que a carne processada – como bacon, salsichas ou presunto – é cancerígena para os seres humanos.

O mesmo documento da IARC (agência que depende da Organização Mundial de Saúde - OMS) alertou que a carne vermelha também é “provavelmente” cancerígena.

O relatório referiu que a ingestão diária de 50 gramas de carne processada – menos de duas fatias de bacon – aumenta a probabilidade de desenvolver cancro colo-rectal (também conhecido como cancro do intestino) em 18%.

De acordo com dados do INE, em 2008, a carne bovina tinha um peso no consumo de 19,6 quilos por habitante, que baixou para 16,7 em 2012.

Também a carne de porco registou a tendência decrescente, passando de um consumo de 47,1 quilos por habitante em 2008 para 43,3 quilos/habitante em 2012.

Já o consumo de carne de animais de capoeira foi aumentando, de 33,8 quilos/habitante em 2008 para 35,8 quilos em 2012.

De uma forma geral, registou-se entre 2008 e 2012 um decréscimo de consumo do grupo de alimentos “carne, pescado e ovos”, que contudo “não foram suficientes para baixar substancialmente as disponibilidades excedentárias destes grupos”.

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