Mais de 225.185.240 casos de infeção foram diagnosticados no mundo no mesmo período, segundo o balanço feito até às 10:00 TMG (11:00 em Lisboa) de hoje, a partir de números oficiais.

Segundo a agência, a grande maioria dos doentes recupera, mas uma parte ainda mal avaliada continua com sintomas durante semanas ou até meses.

Nas últimas 24 horas foram registados 7.341 mortos e 586.560 casos em todo o mundo. Os países com maior número de mortos foram os Estados Unidos, com 1.554 óbitos, a Rússia (781) e a Malásia (413).

Os Estados Unidos são o país mais afetado em termos de mortes e casos, com 662.131 mortes em 41.221.315 casos, de acordo com a contagem realizada pela Universidade Johns Hopkins.

Depois dos Estados Unidos, os países mais afetados são o Brasil, com 587.066 mortos e 21.006424 infetados, a Índia, com 443.213 mortes (33.289.579 casos), o México, com 267.969 óbitos (3.516.043 casos), e o Peru, com 198.799 óbitos (2.161.358 infetados).

Entre os países mais atingidos, o Peru é o que apresenta o maior número de mortes em relação à sua população, com 603 mortes por cada 100.000 habitantes, seguido da Hungria (312), da Bósnia (307), da Macedónia do Norte (301), do Montenegro (288) e da República Checa (284).

A América Latina e Caraíbas totalizavam hoje 1.462.777 mortes em 43.990.846 casos, a Europa 1.275.994 mortes (65.177.116 casos), a Ásia 811.814 mortes (52.151.744 casos), os Estados Unidos e Canadá 689.338 mortos (42.764.993 infetados), África 203.365 mortes (8.069.401 infetados), o Médio Oriente 191.383 mortos (12.884.665 casos) e a Oceânia 1.859 mortes (146.477 casos).

Os números da AFP baseiam-se em balanços diários das autoridades de saúde de cada país e em informações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e excluem as revisões posteriores de determinados organismos estatísticos, que indicam um número muito superior de óbitos.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) calcula, tendo em conta o excesso de mortalidade ligada direta e indiretamente à covid-19, que o balanço da pandemia poderá ser duas a três vezes superior ao registado oficialmente.

Além disso, uma proporção significativa dos casos menos graves ou assintomáticos não são detetados, apesar da intensificação dos rastreamentos em muitos países.

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