Em comunicado enviado à agência Lusa, o Conselho refere que chegaram à Ordem dos Médicos relatos de contactos efetuados pela Administração Central de Sistemas de Saúde (ACSS) junto dos candidatos que realizaram a PNS em 2017, no sentido de “averiguar e confirmar respostas dadas na mesma prova”.

“Da informação recolhida, os contactos efetuados visavam aferir a intenção de correção de respostas em casos de respostas rasuradas pelos candidatos”, salienta o documento.

O Conselho Regional Sul frisa que o Concurso de Internato Médico apresenta uma calendarização própria, com prazos legais a cumprir.

“Tanto a prova A, como a prova B têm a sua chave provisória de resposta publicada online, tendo terminado o período para as reclamações de perguntas da PNS. Por outro lado, as regras são claras e expressas no enunciado da PNS, sendo a correção da mesma efetuada por um processo de leitura ótica. Este processo garante a manutenção de confidencialidade e isenção da prova”, explica.

O Conselho Regional Sul garante que vai exigir esclarecimentos junto das entidades competentes para saber se a ACSS realizou efetivamente algum contacto com os candidatos deste concurso e se foram questionadas “intenções de resposta em situações de respostas dúbias”.

O conselho quer ainda saber de que forma se enquadra este tipo de atuação e com que finalidade.

“O Conselho Regional Sul reitera, uma vez mais, que realizará todos os esforços necessários para o total cumprimento da legislação referente ao Concurso de Internato Médico, defendendo o superior interesse dos Médicos Internos e da transparência inerente a qualquer tipo de procedimento concursal”, conclui.

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