"Neste ano, o declínio de casos começou antes do previsto, uma vez que, historicamente, o pico das doenças transmitidas pelo [mosquito] 'Aedes aegypti' é em abril", diagnosticou o ministro da Saúde, Ricardo Barros.

Em 2016, o pico da maior incidência de notificações do vírus Zika foi registado na terceira semana de fevereiro, com 16.059 casos, sendo que na última semana de maio, os registos caíram para 12. O vírus Zika está presente em 60 países, sendo o Brasil o país mais afetado pela atual epidemia.

Já o pico de dengue ocorreu antes do previsto, na última semana de fevereiro, com 106.210 casos contabilizados, enquanto na última semana de maio contaram-se somente 779 casos em todo o país. Historicamente, a redução no número de casos de dengue era observada a partir do mês de junho, segundo a tutela.

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O titular da pasta da Saúde atribuiu os números "às ações de combate ao mosquito de dengue, Zika e chikungunya, que foram intensificadas no país desde o fim do ano passado".

Contudo, desde o início do ano até 28 de maio, foram contabilizados 122.762 casos prováveis de chikungunya, enquanto no período homólogo do ano anterior houve 13.160 casos.

"Neste ano, foram registados 17 óbitos pela doença, que ainda precisam de ser investigados mais detalhadamente, para que seja possível determinar se há outros fatores associados, como doenças prévias (...) uso de medicamentos, entre outros", lê-se num comunicado da tutela.

As doenças transmitidas pelo mosquito 'Aedes aegypti' no Brasil têm gerado maiores preocupações por causa da realização dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos no Rio de Janeiro este ano.

No entanto, o ministro da Saúde lembrou que durante o campeonato do mundo de futebol de 2014, as pessoas também tinham muito receio de vir ao Brasil e apanhar doenças transmitidas pelo 'Aedes aegypti', mas, durante o evento, apenas foram registados três casos em turistas.

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