As ações a realizar durante dois meses incluem encontros com famílias e campanhas nas rádios "sobre a ocorrência de doenças relacionadas com a falta de higiene das mãos e de saneamento", nomeadamente "diarreia, cólera e Ébola".

São medidas incluídas num plano para redução do número de mortes em menores de cinco anos e que na Guiné-Bissau continua a ser um dos mais altos do mundo - apesar de descer de 116 por mil em 2010 para 89 por mil em 2014.

Segundo o documento da UNICEF "Situação da Criança no Mundo", a Guiné-Bissau está entre os seis países do mundo com maior número de óbitos abaixo dos cinco anos, num ranking de 194 nações.

"Nesse contexto, no âmbito da cooperação entre o governo e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), entre janeiro e outubro, mais de 40 mil famílias já participaram em atividades para adotar melhores práticas de higiene", refere-se no comunicado.

Essas práticas dizem respeito principalmente "à lavagem das mãos, em particular" e têm atenção "o fluxo de pessoas que circula entre a Guiné-Bissau e a Guiné-Conacri, onde o Ébola continua a ser uma ameaça".

O vírus Ébola tem sido motivo para uma "enfase em atividades nas comunidades fronteiriças, principalmente nas regiões de Quinara, Tombali, Gabu e Bolama-Bijagós", conclui a UNICEF.

As atividades arrancam hoje simbolicamente por se assinalar o Dia Mundial da Latrina, depois de na quinta-feira ter sido assinalado o Dia Mundial da Lavagem das Mãos.

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