Adalberto Campos Fernandes falava aos jornalistas no final da comissão parlamentar conjunta do Orçamento e da Saúde, que debateu na especialidade o Orçamento do Estado para 2017.

Segundo o ministro, os gestores hospitalares são os primeiros a defenderem uma avaliação “independente e idónea” ao seu desempenho, a qual deverá arrancar no próximo ano.

Questionado sobre o que acontecerá se o trabalho do gestor hospitalar não for considerado correto, o ministro disse que este será afastado.

No final de um debate que demorou mais de cinco horas, o ministro pormenorizou sobre o programa de reequipamento hospitalar que avançará em 2017 e que deverá levar à substituição de dezenas de equipamentos, nomeadamente biomédicos e tecnológicos.

Para tal, deverão ser despendidos verbas de 70 a 80 milhões de euros por ano, durante os próximos três anos.

Sem este investimento, afirmou, não é possível um Serviço Nacional de Saúde (SNS) atrativo e moderno.

Em relação à proposta do Bloco de Esquerda de atribuir gratuitamente os medicamentos genéricos aos idosos que usufruem de complemento solidário para idosos, o ministro disse que a mesma terá de ser “ponderada”.

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