A notícia é avançada pelo jornal Público.

A família acredita que Ana Santos morreu em novembro devido à administração de um fármaco para a realização de um exame, substância que seria contra-indicada tendo em conta os problemas respiratórios da doente.

Médica cardiologista no seu consultório particular há vários anos e aposentada por limite de idade no final de abril de 2015 (nos hospitais públicos os médicos não podem trabalhar após os 70 anos), a especialista continuou a exercer no Santa Maria como médica voluntária, descreve o diário.

A especialista que não é identificada terá pedido análises e um electrocardiograma à utente, que se queixaria de cansaço e falta de ar.

Fumadora compulsiva (três maços de tabaco por dia) e obesa, Ana Santos entrou no hospital no dia 2 de outubro para fazer outros exames. A filha da utente diz ignorar o que aconteceu depois.

Ana Santos nunca chegou a fazer registo de entrada nos serviços do hospital público, mas foi internada nos cuidados intensivos, após paragem cardiorrespiratória, onde permaneceu em coma, acabando por morrer a 21 de novembro.

Não há registo informático de consulta, nem de exame. Sabe-se apenas que sofreu uma paragem cardiorrespiratória provocada por uma reação adversa a administração de adenosina durante uma cintigrafia de perfusão do miocárdio, escreve o referido jornal. De acordo com a queixosa, a adenosina é "um fármaco contra-indicado" para doentes com falta de ar.

Ao jornal Público, a cardiologista garante que a acusação não tem fundamento. Ana Santos não estaria com problemas respiratórios, queixava-se sim de uma dor no peito.

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