“Se não se resolver, as associações humanitárias vão ter a tendência para não fazer a totalidade serviços, em alguns casos não podem abastecer ambulâncias ou veículos de transporte de doentes”, afirmou o presidente da LBP, António Nunes, durante uma audição na comissão parlamentar de Saúde.

À saída, a propósito de uma reunião que tem agendada para hoje com o Ministério da Saúde, disse esperar encontrar soluções, apontando como mais urgentes a criação de um planeamento adequado para o transporte de doentes urgentes sempre que há encerramento de urgências hospitalares e o pagamento das dívidas em atraso.

“Quanto ao transportes de doentes não urgentes também temos de chegar a um consenso com o Ministério da Saúde no sentido do pagamento das dividas, que têm atrasos de sete meses e um ano e que não pode acontecer de maneira nenhuma, em particular no interior do pais, onde a coesão social é mais necessária”, afirmou António Nunes.

O responsável sublinhou ainda, que os doentes não urgentes “muitas vezes são os mais debilitados, os mais fracos”.

“Temos de encontrar uma forma de este impacto negativo do preço dos combustíveis, que é brutal, consiga ser corrigido no imediato. Se isso não acontecer, naturalmente que o Ministério da Saúde vai ter um problema, mas é o Ministério da Saúde, não são os bombeiros. Os bombeiros (…) vão ficar para sempre, temos 600 anos de historia”, afirmou.

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