Os dados das autoridades italianas apontam ainda para a ocorrência de 156 óbitos nas últimas 24 horas, elevando para 137.247 o número de vítimas mortais associadas à doença covid-19 no país desde o início da crise pandémica.

Existem atualmente 900.984 casos positivos, dos quais 11.150 são doentes que estão hospitalizados. Nos serviços de cuidados intensivos, estão 1.260 pacientes.

A rápida disseminação da variante Ómicron, que tem levado o país a registar recordes diários de novas infeções, obrigou o Governo italiano a decidir que a partir de 10 de janeiro exigirá o certificado sanitário (obtido em Itália após a vacinação ou após recuperação da doença) para ter acesso a vários serviços de transporte, hotéis ou a eventos.

O executivo italiano está cada vez mais inclinado a impor o certificado sanitário no trabalho para conter a propagação do coronavírus, medida que ainda não foi tomada devido à relutância entre os partidos da coligação governamental, mas que poderá ser aprovada no próximo Conselho de Ministros, agendado para 05 de janeiro.

O Governo também estuda novas regras para garantir um regresso seguro às salas de aula entre os dias 07 e 10 de janeiro.

A covid-19 provocou 5.428.240 mortes em todo o mundo desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse (AFP).

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em vários países.

Uma nova variante, a Ómicron, considerada preocupante e muito contagiosa pela Organização Mundial da Saúde (OMS), foi detetada na África Austral, mas desde que as autoridades sanitárias sul-africanas deram o alerta, a 24 de novembro, foram notificadas infeções em pelo menos 110 países, sendo dominante em Portugal.

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