O prémio visa promover a investigação realizada em contexto hospitalar, bem como nas unidades e centros de saúde "com um impacto direto na realidade diária destas instituições, dos seus profissionais e dos doentes", descreve a Fundação BIAL em comunicado.

Perdoar faz bem à saúde. A ciência explica porquê
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Presidido pelo médico e investigador Sobrinho Simões, o júri do prémio integra professores das faculdades e escolas de medicina de Portugal.

Podem candidatar-se ao prémio BIAL de Medicina Clínica 2018 autores de uma obra intelectual original, de índole médica, com tema livre e dirigida à prática clínica, que represente um trabalho com resultados de grande qualidade e relevância, sendo que pelo menos um dos autores tem de ser médico nacional de um país de expressão oficial portuguesa.

Com um valor de 100 mil euros, o galardão contempla também a publicação do trabalho vencedor, numa primeira edição exclusiva, para distribuição gratuita a profissionais de saúde.

O regulamento prevê ainda a possibilidade de atribuição de duas Menções Honrosas, no valor de 10 mil euros cada.

A última edição distinguiu a obra "Pé Di@bético - soluções para um grande problema" da médica Maria de Jesus Dantas do Centro Hospitalar Tâmega e Sousa.

Constituída em 1994 pelos Laboratórios BIAL e pelo Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas, a Fundação BIAL tem como missão o incentivo do estudo científico do ser humano saudável, tanto do ponto de vista físico como espiritual.

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