O novo coronavírus já fez mais de 1.100 mortos e contaminou milhares de pessoas, principalmente na China, atingindo também cerca de 20 países. A disseminação levou muitos países a fecharem as suas fronteiras aos viajantes procedentes da China. "Várias grandes companhias aéreas reduziram as suas ligações para e a partir da China. Isso representa uma perda de faturamento", afirmou Mounir.

"Há viagens de negócios canceladas, mercadorias paradas (...) Isso terá um impacto na economia, na faturação, terá um impacto nestas companhias aéreas (...) É evidente", avaliou.

Ihssane Mounir participa do salão aeronáutico de Singapura, o principal evento deste tipo na Ásia que começou na segunda-feira, apesar do cancelamento de muitos participantes, preocupados com a propagação do novo coronavírus.

Mais de 70 expositores desistiram de participar da feira, entre eles a companhia americana Lockheed Martin e as canadianas Bombardier e De Havilland.

Nesta edição, os participantes são obrigados a adotar várias medidas preventivas, como passar por um scanner térmico e higienizar as mãos.

Singapura registou 47 casos de pessoas com o novo coronavírus. Na semana passada, a cidade-Estado aumentou o seu nível de alerta sanitário. Na Ásia, o impacto do vírus, que paralisou as grandes cidades chinesas, está a começar a afetar as cadeias de produção.

O fabricante de automóveis General Motors teve de suspender parcialmente as suas operações na Coreia do Sul por falta de algumas peças fabricadas na China. Também foram afetadas a japonesa Nissan e a sul-coreana Hyundai. A Boeing compra na China alguns dos componentes para as aeronaves, mas ainda não sofreu o impacto do coronavírus nas suas operações, segundo seu diretor comercial.

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