"Vamos passar do diagnóstico à prática", afirmou Isabel Mota, administradora da Gulbenkian, em declarações à agência Lusa à saída de uma audiência com Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, no Palácio de Belém.

Assim, anunciou, no dia 31 de março, a Gulbenkian vai assinar com dez hospitais "que foram escolhidos através de concurso toda uma metodologia e toda uma prática inspirada nos melhores sucessos europeus e, em alguns casos, também americanos, para debelar esse terrível flagelo".

A redução das infeções hospitalares foi uma das medidas referidas pelos peritos que elaboraram, a pedido da Fundação Calouste Gulbenkian, o relatório "Um futuro para a saúde", apresentado em setembro.

Segundo disse na altura da apresentação do relatório Nigel Crisp, antigo responsável pelo serviço de saúde inglês e que presidiu ao grupo de especialistas que elaborou o dossiê, as infeções hospitalares representam uma despesa de 280 milhões de euros por ano, segundo dados oficiais.

De acordo com informações divulgadas ainda em setembro, a Fundação Calouste Gulbenkian propõe reduzir a incidência das infeções hospitalares, baixando as taxas atuais para metade, em três anos, em dez hospitais.

Além deste tema, na audiência com o Presidente da República Isabel Mota endereçou ainda um convite ao chefe de Estado para que conceda o seu alto patrocínio ao programa das comemorações do cinquentenário da delegação da instituição em Paris.

Entre as iniciativas previstas para a comemoração do 50.º aniversário da delegação da Gulbenkian em Paris, que se assinala em maio, estão a realização de uma exposição de Amadeu de Souza Cardoso no Grand Palais, além de uma mostra dos grandes arquitetos portugueses intitulada "Os Universalistas".

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