A decisão, tomada em abril, foi confirmada de novo esta semana pelo juiz do tribunal do condado de Hillsborough, na Florida, que considerou que o menino, de nome Noah, corre "um risco substancial de negligência iminente" se for devolvido aos pais.

Para o magistrado, Thomas Palermo, manter a criança com a avó "é a única maneira de garantir a saúde, segurança e bem-estar" do menor, cita a BBC.

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A radiotelevisão britânica escreve que os pais da criança, Taylor Bland e Joshua McAdams, estão "obviamente devastados".

Segundo a advogada do casal, Brooke Elvington, "o menino está a passar por uma experiência médica absolutamente traumática".

Os pais perderam a custódia da criança em abril, depois faltarem a uma sessão de quimioterapia e terem abandonado o estado da Florida.

Foram localizados quase um mês depois, no final daquele mês, no estado do Kentucky. A informação foi publicada na altura pelas autoridades policiais do condado de Hillsborough.

Durante esse período em que a família esteve foragida, o casal terá tratado a criança com recurso a terapias alternativas, como oxigenoterapia, água alcalina e canábis medicinal, informam os média norte-americanos.

A BBC refere que menino está agora à guarda da avó e a realizar sessões de quimioterapia no hospital norte-americano.

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