Johnson parou a reunião com o ministro das Finanças, Rishi Sunak, e fez o minuto de silêncio em pé no interior da residência oficial em Downing Street, em Londres, enquanto a primeira-ministra da Escócia, Nicola Sturgeon, ficou no exterior de St Andrew's House, em Edimburgo, juntamente com outros membros do executivo autónomo.

As televisões britânicas mostraram os trabalhadores de hospitais, bombeiros, transportes públicos e supermercados em várias partes do país imóveis e também em silêncio.

Mais de 80 profissionais do serviço nacional de saúde britânico (NHS) e 16 trabalhadores em serviços sociais morreram na frente de combate à doença, de acordo com números oficiais, embora a página eletrónica NursingNotes calcule que o total seja de pelo menos 140.

O Reino Unido é um dos países mais afetados na Europa pela pandemia, tendo registado 21.092 mortes nos hospitais e milhares em lares de idosos, embora este número não esteja a ser contabilizado diariamente pelo governo.

“Todos os dias vemos os nossos trabalhadores essenciais na frente de combate a arriscar a vida por todos nós e, tragicamente, demasiados perderam a vida”, afirmou na rede social Twitter o líder do Partido Trabalhista, Keir Starmer, que também se juntou ao tributo.

A homenagem, que coincide com o Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho, foi organizada pelos sindicatos Unison, Royal College of Midwives e Royal College of Nursing, que representam mais de um milhão de trabalhadores dos serviços públicos e do NHS, incluindo médicos, enfermeiros, auxiliares nos hospitais ou trabalhadores da recolha do lixo.

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