Este indicador que mede a velocidade de contágios subiu de 511,0 casos (sexta-feira) para 609,4 (ontem) por cada 100.000 habitantes diagnosticados nos últimos 14 dias.

O país também contabilizou mais 79.704 infeções e 85 mortes atribuídas à doença provocada pelo SARS-CoV-2 nos últimos três dias.

O número total de casos notificados em Espanha desde o início da pandemia é de 5.535.231 e já morreram 88.793 pessoas devido à doença.

O número de doentes hospitalizados subiu para 7.501 (eram 6.667 na sexta-feira), o que corresponde a 6,03% das camas ocupadas, dos quais 1.442 estão em unidades de cuidados intensivos (1.306), ocupando 15,49% das camas desses serviços.

O Ministério da Saúde espanhol também informou ontem que 37,79 milhões de pessoas já estão totalmente vacinadas contra a covid-19 (89,7% da população elegível) e 38,64 milhões têm pelo menos uma das doses do fármaco (91,7%).

O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, convocou para a próxima quarta-feira uma teleconferência com os presidentes de todas as comunidades autónomas.

O chefe do executivo pretende coordenar com as diversas regiões espanholas, entidades que têm autonomia em questões de saúde, medidas complementares para enfrentar uma sexta vaga de covid-19 no país.

Quando fez o anúncio no domingo, Sánchez considerou que esta nova vaga representa um “risco real”, embora ao mesmo tempo tenha enviado uma mensagem de “confiança” e “calma” aos cidadãos.

O governo regional da comunidade autónoma da Catalunha anunciou hoje que pretende voltar a implementar um recolher obrigatório para controlar o aumento “avassalador” dos contágios.

O executivo regional também quer limitar a vida noturna e as reuniões sociais a um máximo de 10 pessoas.

Por seu lado, a Comunidade Valenciana vai pedir ao Tribunal Superior da região para permitir o alargamento da exigência do passaporte covid-19 a mais espaços públicos, entre eles os estabelecimentos de ócio e restauração, assim como cinemas e ginásios.

A covid-19 provocou mais de 5,35 milhões de mortes em todo o mundo desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 na China, e atualmente com variantes identificadas em vários países.

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