“Felizmente, tive doença ligeira, cumpri à risca as normas da Direção-Geral da Saúde e tive alta ao 20.º dia com cura clínica. Não precisei de fazer teste e estou a trabalhar normalmente”, explicou, assegurando ter “observado todas as medidas de segurança” desde o início da pandemia: “Todos temos de tomar precauções, ser cuidadosos, observar uma série de regras e mesmo assim não há risco zero”.

Perante o início iminente da vacinação contra a covid-19 em Portugal a partir de dia 27, Graça Freitas vincou a necessidade de manter a vigilância sobre os comportamentos individuais e coletivos, no sentido de manter a propagação do SARS-CoV-2 sob controlo, e apelou ao cumprimento das normas sanitárias.

“Mesmo observando todas estas regras, pequenas falhas ou omissões fazem a diferença entre ser ou não infetado. A recomendação é que, até que estejamos vacinados e tenhamos imunidade, temos de continuar a observar regras”, reiterou.

Portugal contabiliza hoje mais 63 mortes relacionadas com a covid-19 e 2.436 novos casos de infeção com o novo coronavírus, segundo a Direção-Geral da Saúde (DGS).

O boletim epidemiológico da DGS revela que estão internadas 3.095 pessoas, menos 63 do que na segunda-feira, das quais 508 em cuidados intensivos, ou seja, mais seis.

Desde o início da pandemia, Portugal já registou 6.254 mortes e 378.656 casos de infeção pelo vírus SARS-CoV-2, estando hoje ativos 67.577, menos 2.849 do que na segunda-feira.

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