Por outro lado, o país registou mais 239 mortes com a doença nas últimas 24 horas, aumentando o total de óbitos para 30.243.

Madrid continua a ser a comunidade autónoma com o maior número de infeções, tendo registado mais 3.438 do que o número notificado na terça-feira.

Deram entrada nos hospitais com a doença nas últimas 24 horas 1.315 pessoas, das quais 470 em Madrid, 158 na Andaluzia e 141 na Catalunha.

Há em todo o país 9.810 pessoas hospitalizadas com a doença, das quais um terço, 3.207, em Madrid, e 1.281 pacientes estão em unidades de cuidados intensivos.

A região mais atingida, Madrid, com cerca de 6,6 milhões de habitantes num país que tem cerca de 47 milhões, decidiu tomar medidas "mais drásticas" para travar o avanço da covid-19, como o “confinamento seletivo" em áreas da cidade com uma maior incidência da pandemia, anunciaram hoje as autoridades regionais.

As medidas, que incluem restrições à mobilidade, irão muito provavelmente afetar os bairros do sul da cidade com forte presença da classe trabalhadora, onde as taxas de contágio do coronavírus têm vindo a aumentar de forma constante desde agosto.

No próximo fim de semana, as medidas serão detalhadas, pretendendo-se baixar a curva do número de pessoas infetadas, porque existe um "relaxamento" do comportamento dos cidadãos que "não se pode permitir", segundo o responsável regional da Saúde.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 936 mil mortos no mundo desde dezembro do ano passado, incluindo 1.878 em Portugal.

Na Europa, o maior número de vítimas mortais regista-se no Reino Unido (41.684 mortos, mais de 378 mil casos), seguindo-se Itália (35.645 mortos, quase 291 mil casos), França (30.999 mortos, mais de 395 mil casos) e Espanha (30.243 mortos, mais de 614 mil casos).

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