Desde o início da pandemia, Portugal registou 6.343 mortes associadas à COVID-19 e 383.258 casos de infeção. Em relação a terça-feira, contabilizam-se mais 89 óbitos, 4.602 infetados e 3.621 recuperados. Ao todo há já 308.446 casos de recuperação relacionados com a doença em território nacional.

O Norte, com 1.811 novos casos, é a área do país com mais novas notificações, com 39,35% do total de diagnósticos nas últimas 24 horas em Portugal.

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relatório da situação epidemiológica, com dados atualizados até às 24h00 de ontem, indica que a região Norte é a que regista o maior número de mortes acumuladas relacionadas com o vírus SARS-CoV-2 com 2.973 óbitos (+32 do que ontem), seguida de Lisboa e Vale do Tejo (2.196 +40), Centro (903 +14) e Alentejo (176 +3). Pelo menos 64 (=) mortes foram registadas no Algarve. Há 21 (=) mortes contabilizadas nos Açores. Na Madeira registam-se 10 óbitos (=) associados à doença.

Em todo o território nacional, há 2.990 doentes internados, menos 105 que ontem, e 511 em unidades de cuidados intensivos (UCI), mais 3 do que na terça-feira.

De acordo com o boletim da DGS sobre a situação epidemiológica, existem 68.469 casos ativos da infeção em Portugal – mais 892 que ontem - e 87.043 pessoas em vigilância pelas autoridades – mais 709.

Imagem do boletim da DGS
Imagem do boletim da DGS

A região Norte é a área do país com maior número de infeções acumuladas, com 197.768 (+1.811), seguida da região de Lisboa e Vale do Tejo (123.541 +1.467), da região Centro (42.642 +791), do Alentejo (9.727 +322) e do Algarve (6.812 +151). Nos Açores existem 1.616 (+22) casos confirmados e na Madeira existem 1.332 (+38).

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Faixas etárias mais atingidas

O maior número de óbitos concentra-se entre as pessoas com mais de 80 anos, com 4.291 (+62) mortes registadas desde o início da pandemia, seguidas das que tinham entre 70 e 79 anos (1.293 +22), entre 60 e 69 anos (517 +3), entre 50 e 59 anos (165 +2), 40 e 49 anos (57 =) e entre 30 e 39 anos (12 =).

Há ainda cinco mortes (=) registadas entre os 20 e os 29 anos, duas (=) entre os 10 e os 19 anos e uma (=) entre os 0 e os 9 anos.

Os dados indicam que, do total das vítimas mortais, 3.299 são do sexo masculino e 3.044 do feminino.

A faixa etária entre os 40 e os 49 anos é a que tem maior incidência de casos, contabilizando-se um total de 63.650 casos (+ 771), seguida da faixa etária entre os 20 e os 29 anos, com 59.010 (+609), e da faixa etária dos 30 e os 39 anos, com 57.390 (+640).

Desde o início da pandemia, houve 172.152 homens infetados e 210.969 mulheres, sendo que se desconhece o género de 137.

Quadro resumo dos dados epidemiológicos de hoje
Quadro resumo dos dados epidemiológicos de hoje créditos: SAPO

A COVID-19, causada pelo novo coronavírus SARS-CoV-2, é uma infeção respiratória aguda que pode desencadear uma pneumonia.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China

Recomendações da DGS

A DGS acompanha a situação da expansão do novo coronavírus e recomenda:

  • Em Portugal, caso apresente sintomas de doença respiratória e tenha viajado de uma área afetada pelo novo coronavírus, as autoridades aconselham a que contacte a Saúde 24 (808 24 24 24). Caso se dirija a uma unidade de saúde deve informar de imediato o segurança ou o administrativo.
  • Evitar o contacto próximo com pessoas que sofram de infeções respiratórias agudas; evitar o contacto próximo com quem tem febre ou tosse;
  • Lavar frequentemente as mãos, especialmente após contacto direto com pessoas doentes, com detergente, sabão ou soluções à base de álcool;
  • Lavar as mãos sempre que se assoar, espirrar ou tossir;
  • Evitar o contacto direito com animais vivos em mercados de áreas afetadas por surtos;
  • Adotar medidas de etiqueta respiratória: tapar o nariz e boca quando espirrar ou tossir (com lenço de papel ou com o braço, nunca com as mãos; deitar o lenço de papel no lixo);
  • Evitar o consumo de produtos de animais crus, sobretudo carne e ovos;
  • Seguir as recomendações das autoridades de saúde do país onde se encontra.

Último balanço mundial

A pandemia do novo coronavírus matou pelo menos 1.718.209 pessoas no mundo desde que a OMS relatou o início da doença em dezembro de 2019, na China, segundo o levantamento realizado hoje pela agência de notícias AFP.

Mais de 77.992.300 casos de infeção foram oficialmente diagnosticados desde o início da epidemia, dos quais pelo menos 49.481.100 pessoas já foram consideradas curadas. Esse número de casos diagnosticados, no entanto, reflete apenas uma fração do número real de infeções. Alguns países testam apenas os casos graves, outros priorizam o teste para rastreamento e muitos países pobres têm capacidade limitada de teste.

Na terça-feira, 14.037 novas mortes e 686.758 novos casos foram identificados em todo o mundo. Os países que registaram mais mortes novas nos seus levantamentos mais recentes são os Estados Unidos com 3.030 novas mortes, Brasil (968) e Alemanha (962).

Os Estados Unidos são o país mais afetado em termos de mortes e casos, com 322.849 mortes para 18.237.190 casos, segundo o levantamento realizado pela Universidade Johns Hopkins. Pelo menos 6.298.082 pessoas foram declaradas curadas no país.

Depois dos Estados Unidos, os países mais afetados são o Brasil com 188.259 mortes e 7.318.821 casos, a Índia com 146.444 óbitos (10.099.066 casos), o México com 119.495 mortes (1.338.426 casos) e a Itália com 69.842 óbitos (1.977.370 casos).

Entre os países mais atingidos, a Bélgica é o que apresenta o maior número de mortes em relação à sua população, com 162 mortes por 100.000 habitantes, seguida pela Eslovénia (116), Bósnia (116), Itália (116) e Peru (113).

A Europa totalizou hoje, às 11:00, 529.976 mortes em 24.485.509 casos, a América Latina e Caribe 489.366 óbitos (14.827.483 casos), os Estados Unidos e Canadá 337.248 mortes (18.757.054 casos), a Ásia 212.715 óbitos (13.526.275 casos), o Médio Oriente 87.702 mortes (3.816.525 casos), a África 60.258 óbitos (2.548.663 casos) e a Oceania 944 mortes (30.792 casos).

Esta avaliação foi realizada com base em dados recolhidos pelos escritórios da AFP junto das autoridades nacionais competentes e informações da Organização Mundial de Saúde (OMS).

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