Na quinta-feira, às 10:00, Francisco George dissertará sobre o tema “A medicina legal e a saúde”, após a sessão de abertura do encontro, às 09:00, no auditório da Reitoria da Universidade de Coimbra, com intervenção do presidente do INMLCF, Francisco José Brízida Martins.

Além das diferentes comunicações e mesas-redondas, com a participação de médicos legistas, juristas, docentes e investigadores universitários e outros profissionais, o instituto, que promove a conferência, entre quinta e sexta-feira, divulgará estudos em diversas áreas realizados nos últimos anos.

O vice-presidente do INMLCF, João Pinheiro, disse hoje, em conferência de imprensa, que esses estudos abrangem temas como “Homicídios em contexto familiar”, “Cannabis em acidentes de viação”, “Suicídios de idosos”, “Violência em Portugal em 2014”, “O primeiro caso de ‘dinitrofenol’ em Portugal”, “Mortes com pesticidas” e “Consumo de medicamentos na região Sul a partir das autópsias”.

O médico legista adiantou aos jornalistas que o instituto aposta na realização da conferência, pelo segundo ano consecutivo, para que esta se imponha “como grande evento científico da medicina legal e das ciências forenses em Portugal”.

Os oradores terão de respeitar “um verdadeiro critério democrático e científico”, à semelhança dos Estados Unidos da América e dos países do Norte da Europa, sujeitando as suas intervenções ao “crivo científico” fixado pela organização e dispondo de apenas 10 minutos para apresentar os seus trabalhos, a que se seguirá uma “discussão ampla” com a participação dos presentes.

O formato dos debates terá em conta critérios de “interregionalidade e intergeracionalidade”, assegurando o contributo de especialistas de diversos pontos do país e com diferentes idades e experiências profissionais, disse João Pinheiro.

O juiz desembargador Francisco Brízida Martins, presidente do INMLCF, e Helena Teixeira, diretora do Departamento de Investigação, Formação e Documentação do instituto, também usarão da palavra.

O programa inclui a segunda Reunião de Coordenadores de Gabinetes Médico-Legais e Forenses e dois “cursos pós conferência”, intitulados “Entrevista forense de crianças: o protocolo NICHD” e “Identificação humana – Aplicação prática das lições dos genocídios e desastres de massa”, coordenados pelo psicólogo forense Carlos Peixoto e pela diretora da Delegação Sul do INMLCF, Maria Cristina Mendonça, respetivamente.

“As valas comuns e os desastres de massa são grandes escolas da medicina legal”, sublinhou João Pinheiro.

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