Os amendoins estão vinculados a uma diminuição da mortalidade geral de entre 17% a 21% e uma diminuição de 23% a 38% das disfunções por doenças cardiovasculares, segundo os autores do estudo divulgado na revista JAMA, da associação médica nos Estados Unidos.

O estudo baseou-se nos resultados de 70.000 indivíduos brancos e negros dos Estados Unidos e de 130.000 chineses em Xangai. A maioria dos participantes pertencia a categorias sócio-económicas médias.

"No nosso estudo, constatámos que o consumo de amendoim coincidiu com uma diminuição da mortalidade geral, especialmente aquela causada por doenças cardiovasculares em populações negras e brancas norte-americanas, assim como entre chineses de ambos os sexos em Xangai", afirmou Hung Luu, epidemiólogo da faculdade de medicina da Universidade de Vanderbilt e principal autor do trabalho.

Como este fruto seco é bem menos oneroso e mais acessível que as nozes, reforçar o seu consumo pode ser uma maneira económica para melhorar a saúde cardiovascular das populações, explicou.

"Esses dados provêem estudos epidemiológicos e não de provas clínicas controladas. Por isso, não estamos seguros de que o consumo de amendoins como tal comporte uma redução da mortalidade", ponderou William Blot, do centro de investigações sobre o cancro de Vanderbilt e coautor do estudo.

Mesmo assim, "os resultados apoiam pesquisas anteriores que sugerem que os benefícios dos amendoins são bastante alentadores".

O amendoim (sem adição de sal) é rico em nutrientes e contém ácidos gordos não-saturados, fibra, vitaminas e antioxidantes.

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