Em comunicado, o Conselho de Administração (CA) do CHMT defende que a concentração da atividade cirúrgica de uma mesma especialidade numa Unidade Hospitalar, no caso em Abrantes, das três que compõem o Centro Hospitalar, a par de Tomar e Torres Novas, "contribuirá para um melhor serviço às cidadãs, acrescentando eficiência na prestação de cuidados" de ginecologia/obstetrícia.

A atividade cirúrgica de ginecologia em Abrantes, onde está a maternidade do CHMT, passa, assim, a partir de hoje, a ser ali realizada, "depois da reflexão clínica que tem sido efetuada no âmbito funcional do departamento cirúrgico e do serviço de ginecologia e obstetrícia", destaca o CA do CHMT, uma medida que é acompanhada pela "necessidade de otimização dos recursos técnicos e humanos disponíveis" no Centro Hospitalar do Médio Tejo.

Em declarações à agência Lusa, o CA do CHMT, disse que, "apesar deste reforço cirúrgico na Unidade de Abrantes, mantêm-se no Hospital de Tomar, sem alteração, as consultas de Ginecologia e a Cirurgia de Ambulatório desta especialidade", em que o doente é admitido e tem alta para o seu domicílio no dia da intervenção.

Segundo números fornecidos à Lusa pelo CA do CHMT, realizaram-se durante o ano de 2014 cerca de 200 cirurgias eletivas de ginecologia /obstetrícia.

Constituído pelas unidades hospitalares de Abrantes, Tomar e Torres Novas, separadas geograficamente entre si por cerca de 30 quilómetros, o CHMT funciona em regime de complementaridade de valências, abrangendo uma população na ordem dos 250 mil habitantes do Médio Tejo, distrito de Santarém.

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