A alteração foi obtida a partir da manipulação genética de embriões produzidos em laboratório não implantados em seres humanos.

As conclusões da investigação foram publicadas na revista Protein & Cell.

Através de uma "cirurgia química", os cientistas da Universidade Sun Yat-sen corrigiram um único erro nas três mil milhões de "letras" do código genético humano. A experiência alterou embriões de laboratório para a cura da doença beta-talassemia e abre o caminho para tratamento de uma série de doenças hereditárias.

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O estudo abre novas vias para tratar bebés nascidos com beta-talassemia e outras doenças hereditárias. "Somos os primeiros a demonstrar a viabilidade de curar doenças genéticas em embriões humanos pelo sistema editor de base", reivindicou um dos investigadores, citado na edição online da BBC.

Os cientistas utilizaram a técnica CRISPR, uma ferramenta que permite alterar, apagar ou substituir os genes. A experiência promete revolucionar a ciência, mas levanta questões éticas, escreve a televisão britânica.

Todas as instruções para a formação e funcionamento do corpo humano estão codificadas no ADN.

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