"O primeiro protocolo tem a ver com a remodelação do centro de saúde de S. Tiago, uma obra que a câmara assume na totalidade e que irá beneficiar a população e trazer outros acréscimos, como maior comodidade, eficácia e eficiência", disse hoje o presidente do município de Castelo Branco, Luís Correia.

O autarca, que falava hoje no salão nobre dos Paços do Concelho, durante a assinatura dos protocolos com a ULSCB, adiantou que a obra de remodelação do serviço de urgência do Hospital Amato Lusitano (HAL) vai também ser comparticipada pela câmara.

As duas obras de requalificação vão totalizar cerca de 395 mil euros, 192 mil relativos ao centro de saúde de S. Tiago e 203 mil referentes ao serviço de urgência do HAL.

A Câmara de Castelo Branco assume a totalidade do valor relativo ao centro de saúde, sendo que irá comparticipar em pelo menos 50% o valor referente à remodelação da urgência hospitalar.

"São duas obras cujo objetivo principal é o atendimento das pessoas. A população fica a ganhar com estes investimentos que vamos concretizar", disse.

O centro de saúde de S. Tiago, uma infraestrutura com 30 anos, vai beneficiar da requalificação da cobertura, pavimentos, tetos, mobiliário e zonas técnicas.

Já o serviço de urgência do HAL, que recebeu recentemente duas novas salas (reanimação e de tratamentos), precisava de uma nova sala de espera.

"A sala de espera vai ter não só comodidade para o doente, mas também uma maior eficiência e eficácia. Quando alguém está emergente, não entra pela porta dos urgentes, vai ficar com uma porta de emergência. Mesmo dentro da própria sala de espera há uma divisão em que os doentes, a partir do amarelo [zona], vão ser canalizados para outro tipo de medicina que não a triagem", explicou o presidente da ULSCB, Vieira Pires.

A urgência vai ter duas entradas separadas (uma para a entrada de macas e outra para os restantes doentes), novo mobiliário e zona administrativa.

"A sala de espera e o conforto dos doentes e familiares têm que ser adaptados às circunstâncias atuais", sustentou.

Este responsável adiantou ainda que vão também ser realizados os circuitos impostos pela administração central dos serviços de saúde, tal como agora acontece nos hospitais mais modernos.

"Este [HAL] é um hospital com 40 anos. Portanto, é óbvio que se trata de um hospital com referências antigas", concluiu.

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