As cinco jovens deram entrada esta segunda-feira de madrugada na urgência do Hospital de Bragança “com sintomas de intoxicação por monóxido de carbono", indicou à Lusa o Gabinete de Comunicação da entidade responsável pela Saúde no distrito de Bragança.

Segundo a fonte, duas jovens ficaram em observações até ao final da manhã, evoluíram favoravelmente e já tiveram alta. As outras três foram transferidas para o Hospital Pedro Hispano, no Porto, por ser o único na região Norte de Portugal com uma câmara hiperbárica usada no tratamento destes casos.

O Gabinete de Comunicação explicou que por a situação destas três jovens aparentar ser “mais complicada, foram transferidas com a indicação de câmara hiperbárica, prevista para estas situações”.

As jovens têm entre 18 e 20 anos, são todas estrangeiras e estudam no Politécnico de Bragança. Residem numa habitação, num bairro de Bragança, junto à instituição de ensino superior.

O monóxido de carbono é um gás produzido pela queima ou altas temperaturas em condições com pouco oxigénio, como é o caso de aquecedores ligados em compartimentos com falta de arejamento, esquentadores ou lareiras, no caso das habitações.

Este gás é incolor e inodoro e tóxico e provoca o envenenamento de pessoas e animais quando inalado, sendo os sintomas mais comuns dores de cabeça e no peito, tonturas, confusão, fraqueza, náuseas e vómitos. Em casos mais graves pode ocorrer perda de consciência e morte.

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